
Nesse sentido, é da sociedade o direito de defender que um homossexual que viva com seu companheiro receba dos direitos de sua decisão e partilhe de tudo o que na sua relação compartilhou e dividiu após a morte de um dos companheiros. Porém, é direito que uma fé milenar como o Cristianismo, que sobreviveu em meio a muitos tipos de expressões homoafetivas na sua história, poder expressar e pregar a sua consciência e entendimento da verdade, sem promover a guerra e a violência, mas declarando o que acredita como verdade e não sendo obrigada a abrir mão de convicções.
Graças a Deus, a liberdade de culto e consciência é deixada em nossa constituição, o casamento é considerado como a união de um homem e uma mulher, porém, além de tudo o casamento é uma instituição considerada e influenciada pela fé cristã e deve permanecer assim. Qualquer outra união que for feita e aceita pela lei, deve conter outro nome e não deve de maneira nenhuma ser empurrada garganta abaixo de nenhuma instituição religiosa. Mesmo que leis novas permitam outros tipos de relação e contratos afetivos entre pessoas, as religiões que creem na relação de casamento entre homem e mulher, devem ter o direito de defender tal instituição e não de obrigar toda a sociedade a cumpri-la, mas também não sofrer nenhuma imposição social de lei sobre seus fundamentos de fé.
Por isso, que seja considerada democrática a lutas dos homossexuais, mas que não se crie nenhuma ditadura gay. E que a igreja de Jesus Cristo, que ama todos, inclusive os gays, lute por abençoa-los com sua oração e pregação, porém não necessariamente concordando em tudo, nem com as relações homoafetivas, nem com traições, nem com poligamia ou qualquer relação contrária àquilo que são fundamentos de fé.
Se alguns homossexuais querem abrir um igreja e chama-la de Cristã, eles que usem de sua liberdade constitucional e prestem contas a Deus que a de julgar vivos e mortos no seu grande dia.
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