Gente, o desafio de trabalhar com pessoas é sempre grandioso, tanto pela complexidade como pelas características de tempo e cultura que se colocam contrários a alguns princípios e valores inegociáveis.
Estamos contemplando uma geração extremamente complicada, não por seus costumes, práticas ou vontades, mas pela sua ampla falta de reflexão. É o tempo onde substituímos o por quê questionador de outras gerações pelo por que não caprichoso como já pontuava Fromm. O capricho, fazer as coisas por um prazer que as veses é transitório e nem prazer é de verdade. A falta de sentido, objetivo na vida. As relações razas e baseadas na aparência, muito indefinida por sinal. A falta de compromisso, ligação afetiva com pessoas, projetos, religião, ideologia, esta última seria pedir demais.
Tá difícil, mas não pela luta contra a rebeldia, esta muitas vezes é saudável, nem pela inovação cultural rápida que é fruto do desenvolvimento num todo, o difícil é lutar contra aquilo que não se sabe o quê, que não tem chão, não tem ideologia, não se firma em algo. É como lutar contra o vento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário